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Avatar de J PEDRO BALTASAR

Aqui, é mais do Cotrim que de fala. E não me parece que a culpa seja nossa. Na política, isto apenas um erro crasso e infantil, ingénuo, até, com o peso de uma suspeita que colocaria um hipotético presidente de Portugal a prestar contas em tribunal, por assédio, com ou sem razão. Lamento. A culpa não é mesmo minha. Porque se o praticou, o assédio , para além de se expressar deficientemente quanto a Ventura, pior que Isso é tê-lo negado, se fôr culpado. E lamento, ele foi, ao que parece, quem foi a jogo, com um nuvem no imaculado comportamento. Com um grande esqueleto no armário. Não é fácil deitar para trás das costas. A mulher de César, não basta ser honesta. Tem de o parecer, também. E Cotrim, subitamente pareceu um candidato fraquito. Tonto. Muito Ego e muito disparate. Quando assim é, já estragou. É o que fica. É assim que funciona. Agora é procurar outro D. Sebastião, que este também desapareceu. E o gajo irrita-me, porque podia mesmo ter infligido uma derrota memorável a Ventura. Que, veja -se bem; só diz merda, mas não se lhe apanha um esqueleto pequenino que seja para o arrumar de vez.

Avatar de Luís Leite – O que Faz Falta

Zé Pedro, o problema desta tese é que ela parte de uma intuição que a realidade europeia já provou ser falsa. Tu dizes que a 'cerca sanitária' é uma oportunidade perdida, mas basta olhar para os países que decidiram 'trazer a direita radical para o debate' ou para o governo (como na Suécia ou na Holanda) para perceber o que acontece: a direita radical não se modera nem um milímetro. Quem se radicaliza é o centro, que começa a usar a linguagem deles para tentar sobreviver.

Não é uma questão de moralismo da esquerda; é uma questão de eficácia. Quando lhes dás o palco e aceitas discutir os temas nos termos deles (a tal 'propriedade do tema'), já perdeste o debate antes de ele começar. Estás a validar que as soluções extremas são opções legítimas.

O que realmente trava este crescimento não é 'ser simpático' ou 'não isolar', é dar segurança económica e respostas concretas às pessoas. Tudo o resto é dar oxigénio a quem só quer incendiar a casa. Menos 'achismos' sobre o que as pessoas sentem e mais atenção ao que a história recente nos mostra: quem tenta domesticar o populismo radical acaba sempre por ser devorado por ele.

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