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Avatar de Joaquim Ribeiro

As interpretações, pessoais, do que se lê, é uma "tradição" que já vem de longe. Recordo-me de, antes do 25abril, o pessoal andar à procura do que o autor queria dizer com o que escrevia. Era o chamado "ler entre linhas" e era motivado, claro, pela censura. Ainda hoje tenho essa mania.

Em relação aos limites, já aqui falámos e acho uma situação complexa de resolver. Eu acho que cada um é que impõe os seus limites para si e, nos outros, se não gosta, põe de lado. Há exceções, claro...

No caso vertente, a coisa é mais simples de explicar. O chico-esperto que nos governa, está com um problema presidencial. Dizem as népes, que sempre estás com um problema, político, arranjas uma diversãosita para o pessoal se entreter e não chatear. E prontos!

Avatar de J PEDRO BALTASAR

Só que entrámos todos a galope pela geração clickbait à qual todos pertencemos, independentemente da idade. Julgo que já mais novos, por todas as razões, são os mais vulneráveis e, consequentemente, serão no futuro, uma espécie de geração Trump. Mentiras para obtenção de interesses. Ler, custa. Jornais? Imprensa? O que é isso? Morde? E assim, cá vamos, cantando e rindo, imersos no imediatismo bacoco, vazio, fácil e perigoso. Julgamento antes, razão, ou depois, ou talvez nunca. Sinceramente, o mundo enlouqueceu de vez e promete piorar. Os jornais batem-se pela seriedade e pela sobrevivência, nas trincheiras da verdade, uma coisa que em termos foi a regra na informação ou quase. Mas é tipo Exterminador Implacável, julgo que já perderam a guerra.

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